Penso que neste caso, cabe destacar uma característica da organização que é a IMPESSOALIDADE, em que o sistema se fundamenta nas leis e não nas pessoas. Os líderes, tanto quanto seus subordinados (funcionários), ganham para trabalhar, executando suas funções de modo honesto e quando isso não acontece de modo efetivo, a corrupção passa a ser o caminho para a destruição do país.
Tanto o patrimonialismo quanto a burocracia, foram formas de administração pública, cada qual com maior ênfase em determinada época da história. Estes conceitos afetam a eficiência e transparência do governo pois dão margem a atos de corrupção, nepotismo e, dilapidação do patrimônio público.
Esses dois modelos citados, ao meu ver, foram tentativas de organizar e/ou reorganizar a administração pública, mas enquanto houver líderes e subordinados, que não querem enxergar o bem comum, toda e qualquer nova tentativa será frustrada.